domingo, 5 de julho de 2015

Crédito para a safra 2015/2016 começou a ser liberado nesta 4ª-feira (1º)

Começou nesta quarta-feira (1º) a liberação dos recursos do Plano Agrícola e Pecuário 2015/2016, por intermédio dos bancos que operaram com o crédito rural. O governo federal colocou à disposição dos produtores R$ 187,7 bilhões para financiar as operações de custeio e comercialização, investimento e estocagem de álcool.
Do total de recursos, R$ 147,5 bilhões se destinam ao custeio das lavouras e comercialização da produção, informa o diretor do Departamento de Economia Agrícola da Secretária de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Wilson de Araújo.
Desse montante, R$ 94,5 bilhões serão liberados com juros controlados – 7,75% ao ano para o médio produtor rural e 8,75% ao ano para os grandes agricultores. “A expectativa é que, neste primeiro momento, a maior parte dos produtores procurem os bancos para financiamento do custeio das lavouras”, assinala Wilson Araújo.  Outros R$ 53 bilhões estão disponíveis com juros livres.
O Plano Agrícola e Pecuário também disponibilizou R$ 38,2 bilhões para as operações de investimento e R$ 2 bilhões para estocagem de álcool.

Por Ascom MAPA.
A Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia) financia, tradicionalmente, até 90% do valor das máquinas e equipamentos durante a Feira de Tecnologia Agrícola e Negócios Bahia – Farm Show 2015, cuja 11ª edição vai ocorrer de 2 a 6 de junho em Luis Eduardo Magalhães, oeste da Bahia. Mas, depois de uma série de visitas aos produtores da região, a Desenbahia decidiu financiar até 100% do valor das máquinas, para clientes especiais. A informação foi passada pelo gerente comercial, Marko Svec, que estará com uma equipe de técnicos e gerentes no stand da instituição financeira no decorrer da feira. “Financiamos tudo a juros baixos e prazos longos. Máquinas, equipamentos, armazenagem, irrigação, tudo que modernize e aumente a produção. Adotamos um lema: cresça mais com a Desenbahia”, ressaltou.
Em 11 anos, a Bahia Farm Show tornou-se a maior vitrine do agronegócio do Norte/Nordeste, estando atualmente entre as três maiores feiras do país em volume de negócios. No evento, participam as maiores empresas de máquinas, implementos, insumos, aviação e serviços, o que torna a feira uma excelente oportunidade de realizar negócios. Em 2014, a Bahia Farm Show fechou R$ 1 bilhão em negócios consolidados e atraiu um público de 75 mil pessoas. A Bahia Farm Show é organizada pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA) e tem apoio do Governo do Estado. A Desenbahia participou de todas as edições da feira do agronegócio.

- See more at: http://www.seagri.ba.gov.br/noticias/2015/05/29/desenbahia-financia-at%C3%A9-100-do-valor-de-equipamentos-na-bahia-farm-show-2015#sthash.vxt2hl7m.dpuf
Foto: Ascom Seagri
Com objetivo de colher subsídios para elaboração do planejamento estratégico da Desenbahia 2016/2019, o presidente da instituição, Otto Alencar Filho, reuniu-se com o secretário da Agricultura da Bahia, Paulo Câmera, para discutir projetos e investimentos na agropecuária baiana, com foco no desenvolvimento produtivo. “A Desenbahia está montado o plano estratégico e conversando com as secretarias do Estado, visando mapear os investimentos, e dando apoio no que for pertinente. A Seagri nos apresentou o seu Plano Plurianual (PPA), e já identificamos em alguns projetos a possibilidade de investimentos e parceria”, destacou o presidente da Desenbahia.

Apoio à agroindústria e suas cadeias produtivas, por meio da disponibilização de crédito; investimento em estradas para escoamento da produção; benefícios fiscais para atração das indústrias e agregação de valor para produtos in natura e organização e fortalecimento das cooperativas para apoiar micro e pequenas empresas em parceria com Sebrae, Fieb, secretarias do Estado e Desenbahia, para transferência de tecnologia de gestão e produção e soluções financeiras, são alguns dos eixos da matriz de desenvolvimento da Desenbahia que podem ser fomentados em parceria com a Seagri. “Esse é o objetivo, unir forças para valorizar as potencialidades de cada região, consolidando as cadeias produtivas, que englobam do pequeno ao grande produtor. É muito importante também trazer empresários para investir no Estado, atraídos pelas soluções financeiras da Desenbahia, para serem implantados agroindústrias nos polos agrícolas”, afirmou o secretário Paulo Câmera.

A Desenbahia já financia práticas de agricultura sustentável (agricultura de baixo carbono), construção e ampliação de armazéns, compra de máquinas e equipamentos agrícolas, entre outros incentivos. “A organização de cooperativas facilita a adesão dos produtores a essas linhas de crédito e financiamentos, por oferecer maior possibilidade de cumprimento das dívidas, finalizou Paulo Câmara, destacando a importância do associativismo e do cooperativismo, filosofias que a Seagri estimula na Bahia.

Participaram da reunião, o chefe de gabinete, José Pirajá, e o assessor especial da Seagri, Carlos Armando; os diretores da Seagri, de Pecuária, Fábio Cedraz; de Política e Economia Agrícola, Rejane Cerqueira; de Desenvolvimento da Agricultura, Marcos Grego; a coordenadora de Modernização da Agricultura e Cooperativismo da Seagri, Andréa Scherer, além de assessores e diretores da Desenbahia.


Fonte:
Ascom Seagri – 03 de julho de 2015
Viviane Cruz – DRT-BA 4735
Tel: (71) 3115-2794 / 3115-2737 / 8718-2872

 
- See more at: http://www.seagri.ba.gov.br/noticias/2015/07/03/seagri-e-desenbahia-discutem-investimentos-na-agropecu%C3%A1ria-baiana#sthash.65zOlcTn.dpuf
Foto: Ascom Seagri
Com objetivo de colher subsídios para elaboração do planejamento estratégico da Desenbahia 2016/2019, o presidente da instituição, Otto Alencar Filho, reuniu-se com o secretário da Agricultura da Bahia, Paulo Câmera, para discutir projetos e investimentos na agropecuária baiana, com foco no desenvolvimento produtivo. “A Desenbahia está montado o plano estratégico e conversando com as secretarias do Estado, visando mapear os investimentos, e dando apoio no que for pertinente. A Seagri nos apresentou o seu Plano Plurianual (PPA), e já identificamos em alguns projetos a possibilidade de investimentos e parceria”, destacou o presidente da Desenbahia.

Apoio à agroindústria e suas cadeias produtivas, por meio da disponibilização de crédito; investimento em estradas para escoamento da produção; benefícios fiscais para atração das indústrias e agregação de valor para produtos in natura e organização e fortalecimento das cooperativas para apoiar micro e pequenas empresas em parceria com Sebrae, Fieb, secretarias do Estado e Desenbahia, para transferência de tecnologia de gestão e produção e soluções financeiras, são alguns dos eixos da matriz de desenvolvimento da Desenbahia que podem ser fomentados em parceria com a Seagri. “Esse é o objetivo, unir forças para valorizar as potencialidades de cada região, consolidando as cadeias produtivas, que englobam do pequeno ao grande produtor. É muito importante também trazer empresários para investir no Estado, atraídos pelas soluções financeiras da Desenbahia, para serem implantados agroindústrias nos polos agrícolas”, afirmou o secretário Paulo Câmera.

A Desenbahia já financia práticas de agricultura sustentável (agricultura de baixo carbono), construção e ampliação de armazéns, compra de máquinas e equipamentos agrícolas, entre outros incentivos. “A organização de cooperativas facilita a adesão dos produtores a essas linhas de crédito e financiamentos, por oferecer maior possibilidade de cumprimento das dívidas, finalizou Paulo Câmara, destacando a importância do associativismo e do cooperativismo, filosofias que a Seagri estimula na Bahia.

Participaram da reunião, o chefe de gabinete, José Pirajá, e o assessor especial da Seagri, Carlos Armando; os diretores da Seagri, de Pecuária, Fábio Cedraz; de Política e Economia Agrícola, Rejane Cerqueira; de Desenvolvimento da Agricultura, Marcos Grego; a coordenadora de Modernização da Agricultura e Cooperativismo da Seagri, Andréa Scherer, além de assessores e diretores da Desenbahia.


Fonte:
Ascom Seagri – 03 de julho de 2015
Viviane Cruz – DRT-BA 4735
Tel: (71) 3115-2794 / 3115-2737 / 8718-2872

 
- See more at: http://www.seagri.ba.gov.br/noticias/2015/07/03/seagri-e-desenbahia-discutem-investimentos-na-agropecu%C3%A1ria-baiana#sthash.65zOlcTn.dpuf
Com objetivo de colher subsídios para elaboração do planejamento estratégico da Desenbahia 2016/2019, o presidente da instituição, Otto Alencar Filho, reuniu-se com o secretário da Agricultura da Bahia, Paulo Câmera, para discutir projetos e investimentos na agropecuária baiana, com foco no desenvolvimento produtivo. “A Desenbahia está montado o plano estratégico e conversando com as secretarias do Estado, visando mapear os investimentos, e dando apoio no que for pertinente. A Seagri nos apresentou o seu Plano Plurianual (PPA), e já identificamos em alguns projetos a possibilidade de investimentos e parceria”, destacou o presidente da Desenbahia.

Apoio à agroindústria e suas cadeias produtivas, por meio da disponibilização de crédito; investimento em estradas para escoamento da produção; benefícios fiscais para atração das indústrias e agregação de valor para produtos in natura e organização e fortalecimento das cooperativas para apoiar micro e pequenas empresas em parceria com Sebrae, Fieb, secretarias do Estado e Desenbahia, para transferência de tecnologia de gestão e produção e soluções financeiras, são alguns dos eixos da matriz de desenvolvimento da Desenbahia que podem ser fomentados em parceria com a Seagri. “Esse é o objetivo, unir forças para valorizar as potencialidades de cada região, consolidando as cadeias produtivas, que englobam do pequeno ao grande produtor. É muito importante também trazer empresários para investir no Estado, atraídos pelas soluções financeiras da Desenbahia, para serem implantados agroindústrias nos polos agrícolas”, afirmou o secretário Paulo Câmera.

A Desenbahia já financia práticas de agricultura sustentável (agricultura de baixo carbono), construção e ampliação de armazéns, compra de máquinas e equipamentos agrícolas, entre outros incentivos. “A organização de cooperativas facilita a adesão dos produtores a essas linhas de crédito e financiamentos, por oferecer maior possibilidade de cumprimento das dívidas, finalizou Paulo Câmara, destacando a importância do associativismo e do cooperativismo, filosofias que a Seagri estimula na Bahia.

Participaram da reunião, o chefe de gabinete, José Pirajá, e o assessor especial da Seagri, Carlos Armando; os diretores da Seagri, de Pecuária, Fábio Cedraz; de Política e Economia Agrícola, Rejane Cerqueira; de Desenvolvimento da Agricultura, Marcos Grego; a coordenadora de Modernização da Agricultura e Cooperativismo da Seagri, Andréa Scherer, além de assessores e diretores da Desenbahia.


Fonte:
Ascom Seagri – 03 de julho de 2015
Viviane Cruz – DRT-BA 4735
Tel: (71) 3115-2794 / 3115-2737 / 8718-2872
- See more at: http://www.seagri.ba.gov.br/noticias/2015/07/03/seagri-e-desenbahia-discutem-investimentos-na-agropecu%C3%A1ria-baiana#sthash.65zOlcTn.dpuf

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Programa Biosustentável

OBJETIVO GERAL
Promover a inserção da agricultura familiar na base de produção e beneficiamento das culturas oleaginosas, com foco no Programa Nacional de Biocombustíveis.
METAS:
  • Fomentar a ampliação para 120 mil o número de agricultores familiares envolvidos nas cadeias produtivas das oleaginosas;
  • Ampliar a área plantada para 200 mil hectares de mamona, 50 mil hectares de dendê, 30 mil hectares de girassol; 
  • Introduzir novos cultivares com oleaginosas consorciadas com culturas alimentares;
  • Contribuir em 40% para o aumento da renda média das famílias envolvidas no programa.
AÇÕES:
  • Participar efetivamente de eventos promocionais do biodiesel, afirmando a inserção da agricultura familiar;
  • Mobilizar e sensibilizar as entidades locais para adesão ao programa; 
  • Mediatizar o diálogo com as entidades parceiras do programa;
  • Promover o plantio de oleaginosas consorciadas;
  • Agilizar a liberação de recursos para entidades de ATER vinculadas ao biodiesel;
  • Formação de campos de produção de sementes oleaginosas e alimentares;
  • Implantação de melhoramento de roldões para extração do óleo de dendê para Agricultura Familiar; 
  • Expansão do acesso ao mercado de óleo vegetal.

ABRANGÊNCIA POR TERRITÓRIOS DE IDENTIDADE: Através dos agropolos territoriais.
  • Mamona Agropolos: Irecê / Velho Chico / Bacia do Rio Corrente e Bacia do Paramirim / Chapada Diamantina e Piemonte do Paraguaçu / Vitória da Conquista e Sertão Produtivo/ Sertão do São Francisco, Piemonte da Diamantina e Piemonte Norte do Itapicuru.
  • Girassol Agropolos: Semiárido Nordeste II, Agreste de Alagoinhas / Litoral Norte e Sisal.
  • Dendê Agropolos: Litoral Sul e Extremo Sul / Baixo Sul.
INSTITUIÇÕES PARCEIRAS:
  • Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA);
  • Petrobrás Biocombustíveis (PBio);
  • Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA);
  • Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR).


MAIORES INFORMAÇÕES
  • Superintendência de Agricultura Familiar - SUAF
    Diretoria de Agregação de Valor e Acesso ao Mercado
    Coordenação de Biosustentáveis
    Franklim Soares
    Tels.: (71) 3115-2882

    E-mail: franklim.suaf@gmail.com

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Estudo mapeia estímulos a biocombustíveis

Estudo da consultoria Bain & Company identificou que os biocombustíveis ainda precisam de suporte dos governos para avançar nos próximos anos. E que esses estímulos são mais eficientes na forma de mandatos do que por meio de subsídios à produção.
O sócio da consultoria, Fernando Martins, responsável pelas áreas de agricultura e energia renovável, diz que os mandatos permitem que o custo adicional da adoção de políticas energéticas seja repassado aos que usufruem dos biocombustíveis, e não a toda a sociedade, como ocorre com os subsídios. "No caso da mistura do etanol na gasolina, por exemplo, quem paga o custo é quem tem carro. Não é justo aos que usam transporte público também pagarem a conta".
Martins constata que os biocombustíveis ainda são mais caros que os combustíveis fósseis, o que reforça a tese da necessidade de políticas públicas para alavancar o consumo. "Até mesmo no Brasil, onde a produção é a mais eficiente na primeira geração, a indústria sofre quando o governo retira créditos tributários. Atualmente, o etanol é mais competitivo que a gasolina somente no Estado de São Paulo, onde os custos de produção e os impostos são mais baixos", afirmou o sócio da Bain & Company.
Na sua visão, a indústria de biocombustível é extremamente sensível a mudanças em políticas, portanto, a estabilidade é importante para o crescimento mais do que a escolha dos atuais instrumentos de política pública. "Na Alemanha, por exemplo, a retirada de subsídios criou excesso de capacidade de produção e puxou alguns produtores à insolvência. Nos Estados Unidos, muitos produtores estão hesitantes em investir em comercialização e ampliação dos biocombustíveis celulósicos sem a garantia de que o governo vai manter os mandatos até e depois de 2022", afirma.
Os biocombustíveis de segunda geração, diz ele, terão os mesmos desafios da primeira geração, como acesso a terra, alta dos custos trabalhistas e dificuldades logísticas.

V Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária



segunda-feira, 17 de novembro de 2014

A cachaça reconhecida

Conhecida nacionalmente, a tradicional cachaça de Abaíra, com festival dedicado a ela no município desde a década de 80, e exportada para diversos países europeus, conquistou este ano o reconhecimento de Identificação Geográfica, fornecido pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento . Esse status garante à cachaça o reconhecimento de sua reputação, qualidades e características que estão vinculadas à região onde é produzida, na Chapada Diamantina. A Secretaria da Agricultura do Estado da Bahia , através da EBDA, incentiva esta cultura, desde a plantação da cana-de-açúcar, até a produção da cachaça na região, que engloba os municípios de Abaíra, Jussiape, Mucugê e Piatã. O secretário da Agricultura, Jairo Carneiro, ressaltou a importância que desde os anos 80 vem buscando junto aos agricultores, o aperfeiçoamento da produção, através de assistência técnica e capacitação dos produtores, modernização das agroindústrias. O município de Abaíra é considerado um dos grandes produtores de cana-de- açúcar do Estado da Bahia, alcançando uma produção de mais de 120 mil toneladas/ano, e área plantada de aproximadamente 2 mil hectares.

Fonte: Tribuna da Bahia

Agricultura familiar produz 90% da mandioca na Bahia


A qualidade dos alimentos da agricultura familiar e a importância do segmento para a segurança alimentar ganharam reconhecimento mundial. A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2014 como o Ano Internacional da Agricultura Familiar. No Brasil os agricultores familiares produzem a maioria e os principais alimentos que chegam à mesa dos consumidores. A diversidade cultural e regional do País refletem na produção familiar.
Na Bahia, por exemplo, os agricultores familiares cultivam 90% da mandioca plantada no estado. A raiz está presente na alimentação nordestina ao longo de todo o dia, desde o café da manhã até o jantar.
De acordo com o secretário de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Valter Bianchini, cada região tem sua particularidade na agricultura familiar. “Como é uma agricultura de famílias, que vivem de geração em geração na terra, há uma relação cultural, de parentesco e de conhecimento muito importante. Preservá-la é preservar boa parte da cultura de cada região”, destaca.
O casal de agricultores familiares Evangelista Silva de Souza, 48 anos, e Rosiney de Souza, 39, planta mandioca no município baiano de Iraquara, na Chapada Diamantina, a cerca de 470 quilômetros da capital Salvador. “Aqui, o plantio é ideal, porque ela (mandioca) gosta do clima quente”, explica.
Evangelista mora com dois filhos, a nora e uma neta, há 24 anos, na comunidade Rural Boca da Mata, localizada a 12 quilômetros do centro do município. Eles vivem em um sítio de 4,2 hectares - três são destinados ao plantio de mandioca. O alimento é comercializado pela Associação Comunitária de Boca da Mata e Adjacência.  
Para alavancar a produção, o agricultor familiar acessou crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). “Ajudou muito, conseguimos aumentar e melhorar a produção, o que melhorou também a nossa renda”, afirma.
Na região Nordeste, 89% dos estabelecimentos são da agricultura familiar. A Bahia é o estado com maior número de estabelecimentos familiares de todo o País, 15,2% do total.
No Brasil, a agricultura familiar é responsável por 83% da produção nacional de mandioca, 70% do feijão, 33% do arroz e 46% do milho, de acordo com os dados do Censo Agropecuário 2006.

Tássia Navarro
Ascom/MDA